Instrumentos flutuantes protegem melhor durante altas, enquanto prefixados podem ganhar valor quando as taxas finalmente caem.
O que aconteceu
Estudos e desempenho recente mostraram vantagem de instrumentos de taxa flutuante em períodos de alta de juros. Seus pagamentos se ajustam com a referência de mercado, reduzindo a perda de preço. Títulos prefixados mantêm cupom fixo e sofrem quando novas emissões passam a oferecer taxas maiores.
Por que isso importa
A escolha não deve ser permanente. Taxa flutuante reduz sensibilidade a juros, mas pode pagar menos quando o ciclo vira. Prefixados podem valorizar de forma relevante quando o mercado antecipa cortes. Crédito, liquidez e prazo continuam importantes em ambos os casos.
O que deve ser observado
Considere uma combinação em vez de apostar em uma única direção. Observe a qualidade do emissor e o índice usado no ajuste. Taxa maior pode esconder risco de crédito. O horizonte do objetivo deve determinar quanto de oscilação é aceitável.
A melhor estrutura não é a que venceu no último ciclo. É a que continua adequada quando o ciclo inevitavelmente muda.
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